Alcanede-"Dobrar a Fórnea" -54 km em 04/ Fevereiro/2012
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| Cabeço da Fórnea |
Adiante ...
Como não costumo levar a sério a maioria das coisas que estes organismos estatais recomendam, até porque sei o que a casa gasta e como os portugueses são sujeitos a exageros, decidi que aquele sábado, dia 4 de fevereiro de 2012 seria um excelente dia para visitar a Fórnea no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC).
Saída de Alcanede com 1.º C positivo aos 47 metros de altitude e sabendo que nos iríamos alcandorar aos 590 metros, a coisa prometia, sabendo que a lógica e estatística nos diz que desce um grau por casa 100 metros de altitude, é fazer as contas (como dizia o outro).
Paulatinamente lá fomos subindo as inclinações que nos apareciam pela frente, que não sendo de molde a fazer doer os músculos ou a subir as pulsações para níveis muito altos, davam para ir aquecendo o que nós agradecíamos.
Assim fomos passando pelas aldeias de Murteira e Barreirinhas e aos 377 metros de altitude já tínhamos “conquistado “ o Jambujeiro.
Depois de aqui fomos rolando por estradões em brita ou macadame rodeados pelo Cabeço das Pombas e pedalando pelo Vale de Carvalhos- mais um daqueles estranhos casos de vales em altitude)
Entrámos então na Serra de São Bento por onde entrámos a subir Curto Cabeço e os seus moinhos abandonados e onde, notámos que as poças de água que existiam pelo caminho estavam congeladas.
Em plena Serra de São Bento, na zona de Covas, fomos deambulando por entre muros e pedras e arbustos queimados por um qualquer incêndio o que dava à paisagem um aspeto contrastante entre o preto e o branco das pedras
Na zona de Moita do Açor enveredámos pelo meio de muros calcorreando num percurso trialeiro.
Chegámos a Covão do sabugueiro e começámos a subir em direção À Fórnea. Pouco depois de Covões Largos e antes de Chainça atingimos o ponto mais alto do percurso, na Atalaia com 589 metros.
Um single track por entre muros e lajes levou-nos a descer ao nosso objetivo primário; a Fórnea. Parámos um pouco, tirámos - muitas- fotos, despedimo-nos da Fórnea com um “até já” e saímos em direção a Cabeço das Pias.
Contornámos o Cabeço da Fórnea e depois, de novo, a Fórnea, e deixámo-la por entre caminhos serpenteando e ziguezagueando entre muros apertados erigidos pela pedra autóctone.
De aí a pouco divergimos para os trilhos sobranceiros à Costa de Alvados onde se nos depararam os trilhos mais técnicos deste percurso. Fabuloso e um autêntico orgasmo betetístico para quem dá primazia a este tipo de terreno.
Chegámos assim ao local onde acaba a subida conhecida como a do Patelo (ou da serpente).
A partir de aqui foi pedalar até à Barreira da Junqueira e depois começar a descer em estradões muito rápidos pela Encosta de Vale de Carneirospassando de raspão pela Pia Carneira e Pia Junqueira.
Impelidos pela descendente, fomos pedalando em ritmo necessariamente rápido, passando por Vale Florido, Cortiçal , Casais de Além e Vale da Trave e a seguir a esta localidade a bater os 50 km/hora a descer o Vale do Pedreirinho em direção a Alqueidão do Mato onde chegámos com a adrenalina no máximo.
De aí a Alcanede, já pouco faltava e chegámos com 54 km realizados , 1150 metros de acumulado de subidas e com 12.º C de temperatura ambiente. Que calor !!!
Um percurso fantástico que muito em breve merecerá da nossa parte uma reprise.
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| Serra de São Bento |
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| Serra de São Bento |
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| Serra de São Bento |
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| Serra de São Bento- Covas |
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| Serra de São Bento- Covas |
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| Serra de São Bento- Covas |
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| Alto da Atalaia |
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| Cabeço da Fórnea |
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| Alto da Atalaia |
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| Cabeço da Fórnea |
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| Cabeço da Fórnea |
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| Cabeço da Fórnea |
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| Costa de Alvados |
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| Costa de Alvados |
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| Costa de Alvados |
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| Patelo |
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| Patelo com Vale da Canada em fundo |




















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